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| | Entrada principal do teatro romano. Existiam duas, simétricas, localizadas de um e do outro lado do palco, permitindo o acesso à área da orchaestra. | A | |
| | Um dos mais antigos poetas latinos, ainda que de origem grega, n. a 280 a.C. e m. cerca de 205 a.C.. Após a tomada de Tarento pelos romanos, em 272 a.C., é levado para Roma pelo Senador Lívio Salinator que, anos mais tarde, o liberta. Traduziu para latim a Odisseia de Homero, assim como uma série de comédias e tragédias gregas. Neste sentido, é considerado como o responsável pela introdução do teatro grego em Roma. Em 240 a.C., expressamente para os Ludi Romani, compõe pela primeira vez uma peça em latim, tornando-se no primeiro autor dramático latino. | A | |
| | Silhares que apresentam em uma ou mais superfícies a parte central em ressalto, assemelhando-se a uma almofada. | A | |
| | Deus grego, filho de Júpiter, que personificava o sol. | A | |
| | Designação da parte inferior do entablamento | A | |
| | Um dos mais célebre dos comediógrafos gregos, n. cerca de 448 a. C. e m. cerca de 387 a.C.. É considerado como o representante da Comédia Antiga, tendo desenvolvido um tipo de teatro satírico e político que punha em evidencia os problemas do momento, os políticos ou os grandes vultos da intelligentsia ateniense. Julga-se ter escrito mais de cinquenta obras, apesar de só se conhecerem onze - Os Acarnienses, Os Cavalerios, As Nuvens, As Vespas, A Paz, As Aves, A Lisístrata, As Tesmoforias, As Rãs, A Assembleia das Mulheres e Plutos. | A | |
| | Esta designação deriva da cidade Roma de Atella, na Campania (Sul de Itália). Foi um dos géneros de representação mais antigos e que pode ser comparado à “farsa”. Tornou-se muito popular durante a República e início do Império. | A | |
| | 63 a.C. – 14 d.C.. Após o assassinato de Júlio César, seu tio e pai adoptivo, em 44 a.C., torna-se seu herdeiro, conseguindo progressivamente eliminar todos os seus opositores. Marco António e Lépido, com quem assume o triunvirato, depois de algum tempo são afastados, tendo o primeiro sido derrotado na célebre batalha de Accio, em 31 a.C.. Após esta vitória e a anexação do Egipto ao Império, estabelece o Principado recebendo do senado, em 27 a.C., o título de Augusto, que junta ao seu Caio Octávio. Após a sua morte, o seu filho adoptivo, Tibério, assume o poder. | A | |
| | Pano de cena quer corria à frente do palco. Este véu descia e subia de acordo com o início ou o fim da representação. Surge documentado a partir de 56 a.C.. | A | |
| | Flauta de origem grega geralmente com quatro ou cinco buracos para os dedos. Era tradicional serem usadas duas ao mesmo tempo, como é tradicional ver na iconografia, sobretudo de época romana. No entanto, neste período, o mais normal é ser empregue o “monaulos” (só uma flauta) que possuía vários buracos para as múltiplas posições dos dedos. | A | |
| | Corresponde ao deus Dionísios do cultura grega. Em Roma este culto estava relacionado com o de Liber, divindade latina que velava pela plantação e frutificação. | B | |
| | Elemento arquitectónico onde assentava o fuste. De acordo com a ordem arquitectónica a que pertencia, assim era realizada a sua ornamentação, a qual obedecia a preceitos estritos. | B | |
| | Seviro augustal que em 57 (durante o governo de Nero) ofereceu o proscaenium e a orchestra do teatro romano de Olisipo | C | |
| | Elemento que se sobrepõe ao fuste e que apresenta uma decoração cuidada. De acordo com a ordem arquitectónica a que pertence, é realizada a sua ornamentação a qual obedece a padrões rígidos. As ordens arquitectónicas mais comuns no Império Romano foram a jónica e a coríntia. | C | |
| | Também designado por cardus maximus ou eixo principal, era a via norte-sul da cidade romana. O ponto de intersecção deste eixo com a decumanus maximus (via este – leste) definia o centro da cidade. | C | |
| | Bancadas do teatro ou de outras construções similares. O termo advém do facto de, geralmente, se optar pela utilização de degraus escavados no solo natural. | C | |
| | Edifício que pertencia ao Cabido da Sé e que se destinava a armazenar cereais e outros produtos alimentícios (como o azeite, por exemplo) de que Lisboa carecia. Este edifício localizava-se onde hoje se situa o nº 3 da Rua de S. Mamede. | C | |
| | Fachada ou parede monumental geralmente muito ornada (com estatuária, colunas e pinturas) que se erguia atrás do pulpitum, formando um cenário permanente. | C | |
| | Decoração do palco do teatro, de acordo com a cena que aí se representa. | C | |
| | Sacerdotisa que nas procissões de carácter religioso transporta os vasos sagrados. | C | |
| | Tanque de salga de peixe. Geralmente surgem em conjuntos pois fazem parte de “fabriquetas” que se organizam em torno de um pátio central. Na zona ribeirinha de Lisboa foram detectados vários destes tanques (Casa dos Bicos, Rua dos Fanqueiros, Rua dos Bacalhoeiros, etc.) | C | |
| | Deusa mãe de origem oriental cujo culto foi integrado oficialmente no mundo romano no século III a.C.
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| | Escritor latino, político e orador, n. em Arpinum a 03 de Janeiro de 106 a.C. e m. em 43 a.C.. As suas obras classificam-se em Retóricas (De inventione; De Oratore; Brutus sive de claris oratoribus; Orator, ad M. Brutum; Partitiones oratoriae), em Oratórias (as Verrinas; as Filípicas; as Catilinárias; Pro Milone; Pro Caelio, Pro Cornelio; Pro Caecina; Pro Murena), em Filosóficas e Políticas (De Republica; De Legibus; Tusculanae disputationes; De Officiis; De Finibus; De Deorum Natura; De Senectute; De Amicitia) e em Epistolares (ad Familiares; ad Atticum; ad Quintum; ad Brutum). A influência que os filósofos gregos exerceram sobre ele é patente ao longo de toda a sua obra, tanto nas de carácter político, onde os seus ideais se aproximavam da constituição aristocrática, como nas de carácter filosófico, onde a sua maior preocupação era a de dotar os romanos de um conjunto de regras morais fundamentadas em princípios. | C | |
| | Designação referente à cidade romana. Significa também a cidadania romana, que compreendia uma série de prerrogativas ou direitos que conferiam ao indivíduo determinado estatuto. O cidadão completo (civis optimo jure), detinha direitos civis, direitos jurídicos e direitos políticos. O cidadão incompleto (civis minuto jure), não possuía a totalidade destes direitos. | C | |
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| | Conjunto arquitectónico composto por base, fuste e capitel. | C | |
| | Obra literária dramática que tem como principal objectivo a diversão, contrastando, por um lado, com a tragédia e, por outro, com a farsa. Comparada com a tragédia, distingue-se pela crítica de situações ou pessoas, recorrendo a um diálogo leve e engraçado, apresentando sempre um remate divertido. Comparada com a farsa, distingue-se por não utilizar diálogos grotescos e pela recorrência à subtileza no enredo. | C | |
| | Calcário que possui na sua composição muitos fósseis. Tipo de calcário vulgarmente designado por urgeiro. | C | |
| | Referente à ordem arquitectónica coríntia. É o capitel mais utilizado na arquitectura grega e romana. A sua decoração é feita por antologia a um cesto de plantas (acantos) cujas folhas, em número de oito, se elevam da sua base. Por detrás destas, outras se apresentam em igual número. A parte superior apresenta um ábaco quadrado onde, por baixo de cada um dos lados, volutas espiraliformes se projectam para o exterior. | C | |
| | Designação da parte superior do entablamento. | C | |
| | Secções cuneiformes das bancadas delimitadas entre duas escadas. | C | |
| | Deus grego, filho de Zeus, era o deus do vinho e da embriaguês e, na mitologia romana, adopta o nome de Baco. Os efeitos do vinho são os mais conhecidos, sendo conhecidas as bacantes que lhe prestavam homenagem e veneravam, mas Dionísio foi também o deus da vegetação, o que ensinou aos homens o plantio e o cultivo da vinha. | D | |
| | Com o nome de Emerita Felicita Augusta, esta cidade foi uma colónia criada pelo Império Romano por volta de 25 a.C. por ordem do Imperador Augusto. Localizava-se estrategicamente no centro da Hispânia, e foi doada aos antigos veteranos de guerra sendo a capital da província romana da Lusitânia. Actualmente corresponde à cidade espanhola de Mérida. | E | |
| | Poema épico em doze cantos, inspirado nas viagens de Eneias e seus companheiros. Os primeiros seis cantos compreendem a Odisseia, enquanto os restantes cantos compõem a Íliada. Escrito por Virgílio, a obra relata a gesta do povo romano guiada pelos deuses. | E | |
| | Poeta de origem grega, nascido na região de Tarento em 239 a.C.. É considerado como sendo, antes de Virgílio, o símbolo do “génio romano”. Os Annales são a sua principal obra – epopeia onde a exaltação do heroísmo histórico e a grandeza humana surgem como modelos políticos e morais a seguir. A sua obra foi, durante séculos, de utilização obrigatória nas escolas romanas. | E | |
| | Coroamento de uma ordem arquitectónica e, como tal, da respectiva construção. Esta parte do edifício é composta por vários elementos, a saber: arquitrave, friso e cornija. | E | |
| | Ciência auxiliar da História que tem por objecto o estudo de inscrições em suportes duros: pedra, metal e madeira. | E | |
| | Na arquitectura grega e romana, escócia designa a reentrância ou curva que separa dois elementos. É o nome que designa a curvatura que separa os dois toros de uma base, por exemplo. | E | |
| | Poeta trágico grego, n. em Eleusis cerca de 525 a.C. e m. em Gela (Sicília) em 456 a.C.. Desde cedo se dedicou à poesia e, inicialmente, chegou a participar nas peças por ele escritas. Autor de cerca de oitenta peças, tragédias ou dramas líricos, na sua maioria agrupadas em tetralogias, das quais apenas chegaram até nós alguns excertos. Apenas se conhecem sete obras completas: As Suplicantes; Os Persas; Os Sete contra Tebas; Prometeu Agrilhoado; e Agamemnon; Coéforas; Euménides, estas últimas constituiam a trilogia da Oréstia. | E | |
| | Último dos três grandes poetas trágicos gregos, n. em Salamina a 480 a.C. e m. na Macedónia a 405 a.C.. Em 455 a.C. apresentou a sua primeira peça de teatro, As Filhas de Peleus, dedicando-se, desde então ao teatro trágico. Contrariamente aos seus predecessores Ésquilo e Sófocles, Eurípedes representa a nova moral, social e política da Atenas dos finais do séc. V a.C.. Grande número das suas peças baseiam-se nas lendas de Tebas, de Argos e nas histórias de Hércules. Autor de noventa e duas peças de teatro, só se conhecem dezoito, das quais as seguintes são consideradas como as melhores: Medeia; Hipólito; Bacantes e Ifigénia em Tauride. | E | |
| | Pessoa que desempenha actos de evergetismo | E | |
| | Palavra que deriva do grego eu-ergon, que significa função benéfica.
Significa o acto de realizar boas acções em prol dos outros. Este conceito deriva de uma corrente político-filosófica que preconizava tal atitude nos soberanos perante os seus súbditos. No Império romano, tornou-se hábito que os detentores de cargos públicos demonstrassem a toda a sociedade o seu empenho no bem comum. Deste modo, a elite romana, e não apenas o Imperador, custeava a construções de edifícios públicos ou a oferta de espectáculos à cidade.
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| | Local em formato de nicho ou pórtico semicircular, tal como existe no muro que, no teatro romano, separa a orchestra e bancadas do palco. | E | |
| | Arquitecto italiano do séc. XVII – XVIII, esteve em Portugal ao serviço do monarca português, a fim de acompanhar as obras da reconstrução da cidade, após o terremoto de 1755. Na sequência dessa acção teve a oportunidade de efectuar o levantamento das ruínas do teatro romano, descobertas nesta altura. Tendo servido, ainda, de ilustração à primeira obra editada sobre este teatro, em 1815, da autoria de Luís António de Azevedo, as plantas encontram-se em depósito no Museu da Cidade. | F | |
| | Género de peça teatral, entre os romanos, com cariz patriótico. | F | |
| | Em oposição à tragédia surge a farsa, peça teatral de enredo simples, geralmente cómica ou burlesca, na qual participam poucos personagens. | F | |
| | Grande praça pública utilizada durante a época romana, a qual aglutinava diversos edifícios, constituindo o local fulcral de toda a vida civil, administrativa, judicial e económica da cidade romana. Progressivamente, vai adoptando uma vocação essencialmente religiosa, em detrimento das suas outras funções. | F | |
| | Designação da parte do entablamento compreendida entre a arquitrave e a cornija. | F | |
| | Frente de cena do teatro que delimitava o palco, ricamente ornamentada e que possuía dois ou três andares de colunas, com respectivos entablamentos e arquitraves. Estátuas várias decoravam, de igual modo, este muro. | F | |
| | Parte frontal do muro do proscaenium. Geralmente era nessa parede frontal que se encontrava a decoração e, no caso do Teatro de Lisboa, a inscrição em honra do Imperador Nero. | F | |
| | Parte da coluna compreendida entre a base e o capitel. | F | |
| | Designação dada aos actores. Este termo vem da palavra etrusca Ister, que significa bailarino. | H | |
| | Escritor clássico, nascido em Venúsia (Apúlia) em 65 a.C., m. 8 a.C.. Autor de sátiras violentas (Epodos), escreveu também Epístolas (na antiguidade designadas por Arte Poética) e livros de Odes. Os seus trabalhos denotam uma reflexão sobre problemas morais e aspectos literários. | H | |
| | Parte do teatro romano localizado por baixo do palco. Este local, geralmente com alguma altura, poderia ser utilizado para a colocação de mecanismos que auxiliassem na remoção e troca de cenários ou para guardar outros elementos que fossem utilizados durante a representação cénica. | H | |
| | Parte inferior das bancadas do teatro romano, também designada por primeiro anel. | I | |
| | Parte inferior do fuste de uma coluna. | I | |
| | Referente aos materiais e estruturas arqueológicas encontradas no local onde foi realizada a sua edificação ou deposição original. | I | |
| | Relativo à ordem jónica. Capitel utilizado quer durante a época grega quer romana. A sua decoração compõe-se de um ábaco quadrado que se sobrepõe a um corpo de capitel (kyma) decorado por duas volutas espiraliformes. Entre estes dois elementos, vários óvulos, geralmente em número de três, separados por lancetas ou flechas, preenchem o espaço. | J | |
| | Tipo de ânfora, criada pelos gregos, destinada ao armazenamento de líquidos. | K | |
| | Parte superior de uma porta ou arco, também designada por “verga”, a qual pode ser monolítica ou composta por vários elementos (aduelas). | L | |
| | Peça em cerâmica composta por: bico, asa, infundibulum (ou corpo) e base que servia para iluminação. No seu interior era colocado azeite ou outra gordura e um pavio saía pelo bico com a mecha para acender. Na época medieval usam-se as candeias as quais não são fechadas.
| L | |
| | Poeta latino, n. cerca de 99 a.C. e m. cerca de 55 a.C.. Autor de um poema em seis cantos, De Natura Rerum, onde expõe a doutrina filosófica de Epicuro, uma doutrina difícil, com a agravante que estava bastante afastada da “ideologia romana” então dominante. | L | |
| | Também denominados de Magni, eram jogos anuais dedicados a Júpiter. Embora inicialmente tivessem a duração de apenas um dia, no tempo de Augusto realizavam-se de 04 a 19 de Setembro. No séc. I a.C. duravam setenta e sete dias, sendo que cinquenta e cinco dos quais eram consagrados ao teatro. | L | |
| | São espectáculos de jogos que incluem representações cénicas. Esta inédita junção parece ter ocorrido em época bastante recuada. Em 364 a.C., por ocasião de uma epidemia, o senado romano organizou um espectáculo que juntava bailarinos, mimos e músicos que mandou vir da Etrúria com o objectivo de esconjurar a epidemia. Parece ter sido este o início das representações teatrais que, progressivamente, foram adquirindo cada vez mais adeptos. | L | |
| | Também designado por “jogo do soldado”. Ovídeo refere-se a este jogo dizendo que as peças utilizadas poderiam ser de vidro ou mesmo em pedras preciosas. Este jogo foi extremamente popular entre os soldados, resultando daí a sua outra designação. Por este facto a expansão do Império pelas legiões romanas levou a que este jogo se divulgasse por todo o Império. | L | |
| | As fontes literárias mais antigas apontam para que a máscara tenha sido utilizada nas representações cénicas desde os tempos mais recuados do drama romano. As máscaras empregues seguiam um convencionalismo rígido, herdado dos gregos, cujo emprego por cada um dos actores definia as características da respectiva personagem (idade, condição social, etc.). | M | |
| | Anel intermédio das bancadas, composto por degraus. Este termo pressupõe a existência de um anel inferior (imma cavea) e de outro superior (summa cavea). | M | |
| | Foi uma das nove musas da mitologia grega. Era a musa da tragédia e geralmente é representada com uma mascara na mão. | M | |
| | Mulheres que cumpriam o culto a Dionísio. Igualmente conhecidas por bacantes, tíades ou bassáridas. Eram conhecidas pela forma quase selvagem de dançar, como se estivessem em transe, ou êxtase, e em concordância com as forças mais primitivas da natureza. | M | |
| | Poeta cómico grego, n. cerca de 342 a.C. em Atenas e aí morreu em 292 a.C.. Discípulo de Teofrasto e Epicuro em filosofia, é também o principal representante da Nova Comédia. Apesar de ser o autor de cento e oito comédias, sendo a primeira representada em 322 a.C., era conhecido, essencialmente, através comédias dos seus imitadores latinos Plauto e Terêncio e por uma colecção de Sentenças Monósticas. | M | |
| | Farsa burlesca, por vezes dramática, e que na antiguidade procurava representar os costumes da época de forma tão realista quanto possível. Designa também o actor que fazia representação nesse género teatral. | M | |
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| | Define na arquitectura clássica a medida do raio do fuste das colunas, tirado na base. Serve para estabelecer as proporções dos diversos elementos para cada uma das ordens arquitectónicas. | M | |
| | Representação entre os romanos de uma espécie de combate naval, sendo para o efeito o recinto coberto de água. | N | |
| | Nero Cláudio César Augusto Germânico (Nero Claudius Cæsar Augustus Germanicus) (15 de Dezembro 37 — 9 de Junho 68) foi o quinto Imperador Romano entre 54 e 68. | N | |
| | Significa o santuário das ninfas. Pequeno santuário, gruta ou altar onde era prestado o culto às ninfas. Casas privadas poderiam ter ninfeus ou poderiam ser públicos onde o culto era prestado por toda a população. | N | |
| | Pequeno teatro com bancadas cobertas, que servia na antiguidade para audições de música e poesia. | O | |
| | Designação romana da cidade de Lisboa, de seu nome completo Felicita Iulia Olisipo. | O | |
| | Revestimento utilizado na época romana, semelhante a estuque, o qual era utilizado como regularizador da superfície antes de esta receber a pintura a fresco. | O | |
| | Espécie de cimento romano utilizado em grandes construções devido às suas características técnicas de resistência, bem como de economia e facilidade de obtenção dos seus componentes. Trata-se de um massame composto por pedras, tijolo, areia e outros componentes que são partidos e moídos, sendo aglutinados por um ligante forte. | O | |
| | Cimento criado na época romana que corresponde à face do opus caementicium. Trata-se de pedras informes que são empregues com a face mais plana para o exterior criando, deste modo, uma superfície regular mas sem a criação de fiadas. Estas pedras apresentam-se incluídas na argamassa que forma o cimento. | O | |
| | Aparelho de época romana, que provém dos sistemas construtivos de época grega. Corresponde à obra realizada com blocos pétreos esquadriados dispostos em fiadas horizontais. | O | |
| | Tipo específico de cimento romano que utiliza na sua composição, entre outros elementos, a pedra, a cerâmica e a areia. Todos os componentes eram triturados, formando uma massa de grande homogeneidade e compactação. Por estas características, era utilizado para recobrir superfícies que contivessem água, dado que se tornavam impermeáveis. | O | |
| | Espaço semicircular existente no teatro romano, situado defronte à cena e ao proscenium. Na época romana esta área destinava-se às pessoas mais ilustres da sociedade. | O | |
| | Entende-se por ordem arquitectónica o designativo das ordens arquitectónicas clássicas nas quais se baseia, praticamente, toda a ordenação, disposição e relações entre as partes de toda a arquitectura antiga. As ordens clássicas, em número de cinco, correspondem a três ordens gregas – Dórica, Jónica, Coríntia – às quais se acrescentam, na cultura romana, as ordens toscana e compósita. | O | |
| | Poeta latino, n. em 43 a.C., em Sulmona, e m. em 17 ou 18 d.C.. Formou-se na escola das melhores “oficinas de retórica”, onde, como exercício, se praticavam disputas verbais sobre ficção (as declamationes). Obteve, deste modo, o domínio perfeito da retórica, tornando-se num poeta não só hábil mas também erudito. Legou-nos uma variada obra poética – poemas eróticos, com A Arte de Amar e Heróides; poemas eruditos, com As Metamorfoses e Os Fastos; e elegias, com Os Tristes e Os Pônticos. | O | |
| | Peça de roupa que as mulheres romanas usavam. Uma espécie de manto comprido que usavam por cima da túnica e/ou da stolla. | P | |
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| | Tem origem na Grécia e significa expressar acções e sentimentos através dos gestos, não sendo permitido falar. Durante a época romana, e sobretudo com o Imperador Augusto, este género teatral passa a ter grande número de adeptos. O poeta Lívio Andronico é considerado o criador da pantomima romana. | P | |
| | Tipo de cerâmica de mesa romana que deve o seu nome à pouca espessura das suas paredes, a qual não excede os 4 mm. As formas mais usuais são os copos. A sua decoração e polimento exterior, muito brilhante, procura copiar o aspecto das peças metálicas. | P | |
| | Muro que delimitava o teatro na sua parte exterior, correspondente à cavea. | P | |
| | Vaso grego, de grandes dimensões, para armazenamento de produtos. | P | |
| | É a representação monumental, gravada em pedra, da planta da cidade de Roma. Foi mandada fazer nos inícios do séc. III pelo Imperador Septímio Severo. | P | |
| | Autor e dramaturgo, nasceu em Sársina, na Úmbria, entre 254 e 250 a.C. e m. em 184 a.C.. As suas peças satírias destinavam-se a um público popular e desenvolviam-se em torno de um único tema – as confusões que surgiam na sequência de situações amorosas atribuladas – uma intriga bem conduzida que, depois de varidíssimas peripécias, tinha um desenlace feliz. Obras: Anfitrião; Captiui; Cistellaria; Mostellaria; Rubens; Poenulus; Aulularia e Miles Gloriosus.
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| | Orador, homem de letras e político, n. em 61 ou 63 d.C. e m. cerca de 113 d.C.. Sobrinho do enciclopedista Plínio-o-Velho, dele se conhece o Panegírio de Trajano (discurso de agradecimento dedicado ao imperador, quando obteve o consulado em 100 d.C.) e os seus dez livros de Cartas, considerados como sendo um bom reflexo da sociedade da época. | P | |
| | Escritor enciclopédico, n. cerca de 46 d.C. em Queroneia, na Beócia, e m. cerca de 125 d.C.. A sua obra emblemática são As Vidas Paralelas, baseada em figuras da sociedade grega e da sociedade romana e com uma preocupação eminentemente moral, mais que histórica. No entanto, o nosso conhecimento geral da Antiguidade Clássica muito deve a Plutarco. Menos conhecidos são os seus ensaios discursivos e diálogos, agrupados sob o título de Morália. | P | |
| | Base contínua, geralmente elevada, onde assentam as colunas de um edifício. | P | |
| | Galeria aberta situada à frente de um edifício e suportada por pilares ou colunas. | P | |