A arqueologia é uma das principais componentes da investigação sobre o Teatro romano de Lisboa. Descoberto em 1798 por Francisco Xavier Fabri, foi até aos nossos dias objecto de várias campanhas arqueológicas, seguindo diferentes metodologias e perseguindo distintos propósitos.
Os intuitos arqueológicos que orientaram os investigadores da década de 1960, não são os mesmos dos que norteiam os actuais responsáveis científicos pelo monumento do Teatro Romano. Actualmente pretende-se conhecer o teatro, mas também todos os níveis ocupacionais que a ele se sobrepõem.
Actualmente as prioridades incidem sobre a conservação, recuperação e valorização das estruturas, ao invés da demolição de edifícios para a continuação dos trabalhos de arqueologia.