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Glossário
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Pequeno teatro com bancadas cobertas, que servia na antiguidade para audições de música e poesia.
Designação romana da cidade de Lisboa, de seu nome completo Felicita Iulia Olisipo.
Revestimento utilizado na época romana, semelhante a estuque, o qual era utilizado como regularizador da superfície antes de esta receber a pintura a fresco.
Espécie de cimento romano utilizado em grandes construções devido às suas características técnicas de resistência, bem como de economia e facilidade de obtenção dos seus componentes. Trata-se de um massame composto por pedras, tijolo, areia e outros componentes que são partidos e moídos, sendo aglutinados por um ligante forte.
Cimento criado na época romana que corresponde à face do opus caementicium. Trata-se de pedras informes que são empregues com a face mais plana para o exterior criando, deste modo, uma superfície regular mas sem a criação de fiadas. Estas pedras apresentam-se incluídas na argamassa que forma o cimento.
Aparelho de época romana, que provém dos sistemas construtivos de época grega. Corresponde à obra realizada com blocos pétreos esquadriados dispostos em fiadas horizontais.
Tipo específico de cimento romano que utiliza na sua composição, entre outros elementos, a pedra, a cerâmica e a areia. Todos os componentes eram triturados, formando uma massa de grande homogeneidade e compactação. Por estas características, era utilizado para recobrir superfícies que contivessem água, dado que se tornavam impermeáveis.
Espaço semicircular existente no teatro romano, situado defronte à cena e ao proscenium. Na época romana esta área destinava-se às pessoas mais ilustres da sociedade.
Entende-se por ordem arquitectónica o designativo das ordens arquitectónicas clássicas nas quais se baseia, praticamente, toda a ordenação, disposição e relações entre as partes de toda a arquitectura antiga. As ordens clássicas, em número de cinco, correspondem a três ordens gregas – Dórica, Jónica, Coríntia – às quais se acrescentam, na cultura romana, as ordens toscana e compósita.
Poeta latino, n. em 43 a.C., em Sulmona, e m. em 17 ou 18 d.C.. Formou-se na escola das melhores “oficinas de retórica”, onde, como exercício, se praticavam disputas verbais sobre ficção (as declamationes). Obteve, deste modo, o domínio perfeito da retórica, tornando-se num poeta não só hábil mas também erudito. Legou-nos uma variada obra poética – poemas eróticos, com A Arte de Amar e Heróides; poemas eruditos, com As Metamorfoses e Os Fastos; e elegias, com Os Tristes e Os Pônticos.
   
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